20070223
20070218
COMO TER UM BLOG
Sem perder tempo – deixe isso para os profissionais!
Criatividade! Conceito & Concepção! Comunicação!
Actualização diária? Semanal? Mensal?
Você decide o que é melhor para o seu NEGÓCIO.
CRIAMOS! DIVULGAMOS!
PROFISSIONALISMO E COMUNICAÇÃO EFICÁZ.
Para mais informações:
>Maria de Sousa
96 01 30 297
>José Carlos Leirão
96 98 47 574
pleno_ar@yahoo.com
Criatividade! Conceito & Concepção! Comunicação!
Actualização diária? Semanal? Mensal?
Você decide o que é melhor para o seu NEGÓCIO.
CRIAMOS! DIVULGAMOS!
PROFISSIONALISMO E COMUNICAÇÃO EFICÁZ.
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pleno_ar@yahoo.com
20070214
orçamentosBLOGS
Criação de BLOG para empresa, estimativa de custos:
> Conceito e concepção > 550 euros
(logotipo + aplicações corporativas + blog)
> Manutenção e divulgação mensal (2 actualizações p/semana) > 150 euros
(avença de 6 ou 12 meses)
> Manutenção e divulgação mensal (4 actualizações p/semana) > 250 euros
(avença de 6 ou 12 meses)
Para mais informações:
>Maria de Sousa
96 01 30 297
>José Carlos Leirão
96 98 47 574
pleno_ar@yahoo.com
> Conceito e concepção > 550 euros
(logotipo + aplicações corporativas + blog)
> Manutenção e divulgação mensal (2 actualizações p/semana) > 150 euros
(avença de 6 ou 12 meses)
> Manutenção e divulgação mensal (4 actualizações p/semana) > 250 euros
(avença de 6 ou 12 meses)
Para mais informações:
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96 01 30 297
>José Carlos Leirão
96 98 47 574
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COMUNICAÇÃO
Os designers de comunicação, ao desempenharem o papel de interface entre a empresa e os seus públicos, podem apresentar-se segundo um conjunto de tipos de comunicação:
1.1 Comunicação Institucional
1.2 Comunicação de Produto
1.3 Relações com os media
1.4 Comunicação Interna
1.5 Relações com a Comunidade Local
1.6 Relações Governamentais
1.7 Comunicação Financeira
1.8 Comunicação Ambiental
1.9 Comunicação de Crise
OS VÁRIOS TIPOS DE COMUNICAÇÃO
São muito diversificados os âmbitos de actuação de uma agenda de design de comunicação. Para além da publicidade e da actividade promocional, a estratégia de comunicação de uma entidade passa forçosamente por veicular e consolidar um capital de confiança junto dos seus públicos.
1.1 Comunicação Institucional
1.2 Comunicação de Produto
1.3 Relações com os media
1.4 Comunicação Interna
1.5 Relações com a Comunidade Local
1.6 Relações Governamentais
1.7 Comunicação Financeira
1.8 Comunicação Ambiental
1.9 Comunicação de Crise
OS VÁRIOS TIPOS DE COMUNICAÇÃO
São muito diversificados os âmbitos de actuação de uma agenda de design de comunicação. Para além da publicidade e da actividade promocional, a estratégia de comunicação de uma entidade passa forçosamente por veicular e consolidar um capital de confiança junto dos seus públicos.
20070112
imagemGLOBAL
"Um designer de comunicação é um construtor de pontes, não um tocador de tambor - constrói relações de longo prazo entre a empresa ou organização e os seus públicos, baseado numa comunicação biunívoca. Um designer de comunicação serve de intérprete, ajudando a empresa a adaptar-se à conjuntura política, económica e social... e auxiliando os seus públicos a melhor compreender a empresa».
Ao falarmos de relações de longo prazo entre a empresa e os públicos, estamos inevitavelmente a falar de um processo complexo e lento: o da construção da Imagem Global da empresa, que decorre dos conceitos de imagem e de notoriedade.
De facto, independentemente da sua dimensão ou do sector de actividade em que se insere, a imagem de uma empresa é o resultado de múltiplas acções de comunicação, e desempenha um papel fundamental na prossecução dos seus objectivos comerciais.
1 - COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Qualquer empresa surge aos olhos dos consumidores, fornecedores, entidades publicas com que se relaciona, comunidade financeira, colectividades... com uma determinada imagem favorável ou desfavorável. Essa imagem decorre de múltiplos factores, que não apenas os seus produtos ou serviços, tais como os suportes físicos, o pessoal em contacto, a organização, os factores de imagem visual e as acções de comunicação e os meios de comunicação.
RELAÇÕES PÚBLICAS
1 - COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Ao falarmos de relações de longo prazo entre a empresa e os públicos, estamos inevitavelmente a falar de um processo complexo e lento: o da construção da Imagem Global da empresa, que decorre dos conceitos de imagem e de notoriedade.
De facto, independentemente da sua dimensão ou do sector de actividade em que se insere, a imagem de uma empresa é o resultado de múltiplas acções de comunicação, e desempenha um papel fundamental na prossecução dos seus objectivos comerciais.
1 - COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Qualquer empresa surge aos olhos dos consumidores, fornecedores, entidades publicas com que se relaciona, comunidade financeira, colectividades... com uma determinada imagem favorável ou desfavorável. Essa imagem decorre de múltiplos factores, que não apenas os seus produtos ou serviços, tais como os suportes físicos, o pessoal em contacto, a organização, os factores de imagem visual e as acções de comunicação e os meios de comunicação.
RELAÇÕES PÚBLICAS
1 - COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
FACTORES DE IMAGEM VISUAL
- nome da empresa, logotipo, marcas, slogan, sinalética (instalações, veículos, papel timbrado, cartões de visita, vitrinas, expositores...)
- nome da empresa, logotipo, marcas, slogan, sinalética (instalações, veículos, papel timbrado, cartões de visita, vitrinas, expositores...)
PESSOAL EM CONTACTO
- dirigentes, quadros, recepcionistas, pessoal do atendimento, venda, serviço de pós-venda, tratamento de reclamações, etc...
- dirigentes, quadros, recepcionistas, pessoal do atendimento, venda, serviço de pós-venda, tratamento de reclamações, etc...
ORGANIZAÇÃO
- estrutura e organização, missão da empresa, valores comuns partilhados, sentido de eficácia, responsabilidade perante o mercado, etc...
- estrutura e organização, missão da empresa, valores comuns partilhados, sentido de eficácia, responsabilidade perante o mercado, etc...
SUPORTES FÍSICOS
- escritórios, fábricas, pontos de venda, equipamentos de apoio nos pontos de venda, etc.
- escritórios, fábricas, pontos de venda, equipamentos de apoio nos pontos de venda, etc.
ACÇÕES DE COMUNICAÇÃO
- publicidade, força de vendas, promoção de vendas, marketing directo, relações públicas, etc...
- publicidade, força de vendas, promoção de vendas, marketing directo, relações públicas, etc...
SUPORTES DE COMUNICAÇÃO
- anúncios, audiovisuais, brochuras, catálogos, cartazes, etc...
- anúncios, audiovisuais, brochuras, catálogos, cartazes, etc...
A Imagem Global da empresa deve resultar de uma estratégia de comunicação, por si definida, articulando cada um dos factores, embora alguns deles ultrapassem os domínios do marketing, nomeadamente aqueles que se prendem com a organização.
No entanto, a imagem da empresa junto dos seus públicos é vital para assegurar a longevidade de urna empresa através da criação de um capital de confiança, tal como a imagem de marca é fundamental para assegurar a permanência de um produto no mercado, e contribui, decisivamente, para o seu sucesso comercial.
No entanto, a imagem da empresa junto dos seus públicos é vital para assegurar a longevidade de urna empresa através da criação de um capital de confiança, tal como a imagem de marca é fundamental para assegurar a permanência de um produto no mercado, e contribui, decisivamente, para o seu sucesso comercial.
20070108
comunicaçãoINTERNET
Para muitas empresas, a actividade de relações públicas na Internet é inexistente já que os seus sites são estáticos ou limitando-se à existência de uma área de press-releases no site corporativo.
COMUNICAÇÃO NA INTERNET
Na verdade, se considerarmos relações públicas como a actividade de gestão estratégica de relações entre a organização e as suas várias audiências, deveriam estas orientar a comunicação do site corporativo.
Apenas algumas empresas começam a conceber os seus sites de uma forma dinâmica, destacando na homepage as notícias mais relevantes, acrescentando posições da empresa sobre os diversos temas, desenvolvendo temas para cada uma das audiências.
Um exemplo desta situação é o Relatório e Contas, uma peça chave da comunicação dirigida para públicos diferentes como analistas financeiros, accionistas institucionais, accionistas individuais, media financeiro, media de grande público, media sectorial, fornecedores, potenciais parceiros, estudantes, potenciais colaboradores, governo, etc.
Como é evidente, não é possível, devido aos custos, elaborar um relatório para cada urna das audiências. No mundo on-line, as RP's podem organizar a informação de forma que cada publico, ou melhor, cada indivíduo, obtenha a informação pretendida.
A tecnologia permite ainda que cada indivíduo, para além de procurar determinada informação, possa subscrever tipos de informação, em forma de e-mail, newsletter electrónica ou outro formato, de acordo com os seus interesses.
A faculdade de envio de e-mails vai criar em Portugal, à semelhança de outros países o fenómeno de spam, isto é, uma enorme quantidade de e-mails em que a maioria é considerada pelos receptores como «lixo». A faculdade de editar páginas, de trocar e-mails e participar em chats ou newsgroups permite que os clientes possam comunicar entre si, desenvolvendo campanhas de protesto on-line, numa dimensão sem precedentes. As crises podem, assim, ser criadas on-line e difundidas on-line.
Para além disso, é fundamental não esquecer a regra de ouro da Internet «Nunca enviar e-mails para pessoas que previamente não tenham indicado estar dispostas a recebê-los.»
No que se refere aos newsgroups as empresas necessitam de monitorizar estes fóruns de forma a identificar situações problemáticas e intervir, participando na própria discussão ou contactando directamente os clientes insatisfeitos.
O relacionamento com a comunidade local é uma vertente estratégica pertinente que contribui fortemente para o sucesso de uma boa integração da empresa/instituição na sociedade que a rodeia. O envolvimento nas actividades locais de maior relevo ou promoção de iniciativas que tenham impacto directo na comunidade local ajuda a criar uma relação de confiança, a solidificar o relacionamento com públicos e líderes locais e permite neutralizar possíveis barreiras.
COMUNICAÇÃO NA INTERNET
Na verdade, se considerarmos relações públicas como a actividade de gestão estratégica de relações entre a organização e as suas várias audiências, deveriam estas orientar a comunicação do site corporativo.
Apenas algumas empresas começam a conceber os seus sites de uma forma dinâmica, destacando na homepage as notícias mais relevantes, acrescentando posições da empresa sobre os diversos temas, desenvolvendo temas para cada uma das audiências.
Um exemplo desta situação é o Relatório e Contas, uma peça chave da comunicação dirigida para públicos diferentes como analistas financeiros, accionistas institucionais, accionistas individuais, media financeiro, media de grande público, media sectorial, fornecedores, potenciais parceiros, estudantes, potenciais colaboradores, governo, etc.
Como é evidente, não é possível, devido aos custos, elaborar um relatório para cada urna das audiências. No mundo on-line, as RP's podem organizar a informação de forma que cada publico, ou melhor, cada indivíduo, obtenha a informação pretendida.
A tecnologia permite ainda que cada indivíduo, para além de procurar determinada informação, possa subscrever tipos de informação, em forma de e-mail, newsletter electrónica ou outro formato, de acordo com os seus interesses.
A faculdade de envio de e-mails vai criar em Portugal, à semelhança de outros países o fenómeno de spam, isto é, uma enorme quantidade de e-mails em que a maioria é considerada pelos receptores como «lixo». A faculdade de editar páginas, de trocar e-mails e participar em chats ou newsgroups permite que os clientes possam comunicar entre si, desenvolvendo campanhas de protesto on-line, numa dimensão sem precedentes. As crises podem, assim, ser criadas on-line e difundidas on-line.
Para além disso, é fundamental não esquecer a regra de ouro da Internet «Nunca enviar e-mails para pessoas que previamente não tenham indicado estar dispostas a recebê-los.»
No que se refere aos newsgroups as empresas necessitam de monitorizar estes fóruns de forma a identificar situações problemáticas e intervir, participando na própria discussão ou contactando directamente os clientes insatisfeitos.
O relacionamento com a comunidade local é uma vertente estratégica pertinente que contribui fortemente para o sucesso de uma boa integração da empresa/instituição na sociedade que a rodeia. O envolvimento nas actividades locais de maior relevo ou promoção de iniciativas que tenham impacto directo na comunidade local ajuda a criar uma relação de confiança, a solidificar o relacionamento com públicos e líderes locais e permite neutralizar possíveis barreiras.
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